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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Onde não puderes amar, não te demores

Deixo o carro  na velha Graça e desço ao Castelo.
Sem pressa dispo-me de tudo o resto e quando chego ao destino e olho o Tejo, já sou uma turista qualquer. Descalço-me de mim e caminho sem pressa.
A vida da  minha cidade corre-me nos pés. Sorrio sozinha no meio de mil.
Observo a vida  de quem ali habita e vou adivinhando-lhes  as histórias.

A Rita e o João chegam à hora combinada.
Na mão trazem o voucher oferecido por amigos e no olhar a insegurança de quem não gosta de tirar fotos.

Confessam-me que só tem selfies tiradas nas viagens que colecionam.
Não se produziram para a sessão e  eu agradeci pelo  desafio de fotografar assim um amor nu e cru. Sem filtros!

Lisboa foi o palco e a cumplicidade foram os detalhes principais.

















2 comentários:

  1. O que é a maravilha daquele muro de flores?
    Fotos lindas!!! Obrigada pelo elogio. Ganhei o dia <3

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  2. É a maravilha de um projeto cultural de intervenção nas ruínas do Pátio dom Fradique/ Palacio de Belmonte .
    Mais infos, aqui:
    http://www.palaciobelmonte.com/pt/cafe-belmonte/2014/07/04/disorientedpavilion/
    http://acidadenapontadosdedos.com/2014/07/05/disoriented-pavilion-no-palacio-belmonte/

    A girl e boy iam ficar super giros ali no meio das ruínas e flores ;)

    Obrigada eu pela visita aqui ao Sense. ;)

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