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sábado, 3 de janeiro de 2015

2015

Entrar no novo ano com a pequena Madalena doente podia ser pior. Pior na medida em que, sei exatamente que o que me importa, é a forma como encaro os ciclos naturais da vida e os seus acontecimentos.
Uma pneumonia ainda continua a ser uma doença tratável em casa e a passagem do ano é só uma coisa inventada pelo homem.

Acordei em 2015, no planeta Terra de igual forma como adormeci no ultimo dia de 2014. Nada mudou.
Continuo optimisma por defeito, com os pés assentes no chão e a cabeça na lua, carregada com o peso de todos os sonhos que trago comigo.
Os balanços pessoais, a revisão dos acontecimentos que marcaram o ano, de uma forma natural deixou de fazer sentido.
O valor das coisas simples como esta foto faz-me sentir muito mais preenchida que qualquer programa de festas de fim de ano.

E a final de contas a malvada bacteria deu descanso à minha bebé!
Devagarinho se restabelece e casa se desarruma!
Hoje recebeu a visita do amigo Kiko. Brincaram, riram e viram desenhos de mão dada.
A Maninha também está a chegar das mini férias no Alentejo e hoje vai ser dia de entrelaçar abraços, como qualquer dia do ano.

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